sábado, 5 de março de 2016

INSULFILM BLINDADO PROTEJE SEU CARRO E SUA VIDA


Até pouco tempo só sabíamos que uma pessoa que quisesse uma blindagem nos vidros e se proteger de possíveis assaltos teria que pagar caro pela troca e não tinha muitas opções, nem todos os modelos de carros podem receber vidros blindados, pois são muito pesados e a maioria deles nem abrem devido a sua forte estrutura.

Hoje em dia, a cidade de São Paulo tem o maior índice de assaltos a mão armada no mundo e 40% destes assaltos estão associados a automóveis, muitas vezes furtos quebrando vidros de carros estacionados e outras vezes roubos em semáforos, etc...

Devido a esta insegurança nas grandes capitais, muitos proprietários de veículos decidiram não depender somente das forças policiais e blindar seus carros, tentando se proteger do bandido armado. Infelizmente só pessoas com um bom poder aquisitivo podem aderir a uma blindagem no seu veículo, ela se tornou algo de luxo devido ao seu alto custo que pode chegar até R$ 30 mil dependendo do modelo do carro, ou seja, outro roubo.



Pensando nisso, a empresa Insulfilm, maior fabricante de películas de vidro atualmente, decidiu desenvolver uma nova película para autos (blindada) com o intuito de proteger seus usuários contra tiros de arma de fogo, pancadas e acidentes. Ela aumenta a resistência dos vidros de 7 a 18 vezes mais do que um comum.


A colocação de películas protetoras em todas as áreas envidraçadas dos automóveis tem se tornado comum no Brasil. Vários veículos já saem da concessionária com este acessório colocado e várias agências de veículos já oferecem o item até como argumento de venda.

A película blindada é feita de um material super-resistente e de acordo com o fabricante ela oferece os seguintes benefícios:

*Alta resistência a impactos
*Eventual resistência a tiros
*Alta proteção contra cortes em caso de acidentes
*Mantém a cor e transparência do vidro
*Diminui em até 30% a poluição sonora

Estas películas de segurança ou películas de blindagem, como também são conhecidas, transformam os vidros do carro em material resistente a impactos de projeteis (calibres .22, .38 e 9mm), sem interferir na transparência. Também não há nenhuma alteração na visibilidade que motorista e passageiros tem através dos vidros.


O mais interessante disso tudo é que ela tem baixo custo se comparada a um vidro blindado, custa a partir de R$ 400,00 (aplicação completa) nas empresas que oferecem o serviço e tendem a diminuir seus preços com o passar do tempo e com a concorrência.

Sem dúvidas vale a pena fazer esta aplicação que além de fazer o motorista se sentir seguro, tem um ótimo custo benefício, tratando da integridade física de pessoas que estão no interior do veículo.





























sexta-feira, 4 de março de 2016

TOYOTA LANÇA CARRO MOVIDO A LIXO


No final de 2014, a montadora japonesa Toyota (referência no mundo automotivo) lançou um carro revolucionário e a intenção da montadora é mudar o mundo com este modelo inovador.

Seu nome é Mirai e ele é um carro elétrico, mas sua energia não vem de tomadas (como no Nissan Leaf), nem de um motor a combustão gerando carga para baterias, mas sim de pilha a hidrogênio, ele emite zero de poluente e o que sai do espacamento é somente água limpa, produto final da reação interna de hidrogênio com o oxigênio do ar.


Mas daí vem a pergunta; onde o lixo entra nesta história?

Acontece assim: Postos com bombas especializadas transformam matéria orgânica e inorgânica em hidrogênio, este hidrogênio carrega baterias que servem de combustível para o carro, isto causou uma certa polêmica entre os americanos que já tem grande parte do país equipado com postos elétricos, diferente do usado pelo Mirai. Quando os americanos perguntaram com o que o carro poderia ser abastecido, eles responderam:

“O hidrogênio pode ser obtido de diversas fontes, permitindo que o Mirai seja movido inclusive a "bullshit", termo inglês que significa cocô de vaca (literalmente), merda (no uso corriqueiro) ou bobagem/besteira (na mesma acepção do português).


Mas para ter um carro destes é preciso desembolsar R$ 170 mil no Japão e mais de R$ 220 mil na Europa, sem contar os impostos e já contabilizando a ajuda dos governos locais para modelos "verdes" e ainda tem que esperar numa fila quilométrica, pois sua produção é de apenas 3 carros por dia ou 700 unidades por ano, ou seja, sua frota de 3 anos já está toda vendida, só no seu primeiro mês de fabricação o Mirai recebeu mais de 1.500 pedidos de compra no Japão.


O Mirai possui autonomia para rodar 650 km sem necessidade de reabastecimento. Se a ideia da Toyota der certo ele pode chegar bem caro por aqui, mas isto já não é novidade para o Brasil que têm os preços mais altos do mundo.










FIAT LANÇARÁ COMPACTO PARA SUBSTITUIR UNO VIVACE


E a melhor notícia é que ele custará até R$ 30 mil, praticamente o mesmo preço praticado pelo Uno Vivace atualmente. Já estava mais do que na hora de uma inovação nos subcompactos da marca Fiat, uma vez que o Uno já é bem antigo e só passou por uma grande modificação em mais de 25 anos de mercado, diferente do palio que sempre é atualizado pela marca.

Se chamará Fiat Mobi e será o segundo lançamento da marca em 2016, uma vez que a picape Toro já foi lançada no começo do ano; alguns de nossos leitores flagraram o Fiat Mobi em testes pelas ruas do Brasil.


Seu lançamento será entre março e abril, segundo informações, a meta é ver o Mobi lançado integralmente e rodando nas ruas brasileiras até o final do semestre. A produção será inteiramente realizada na fábrica de Betim/MG.

O nome “Mobi” vem de mobilidade, que tem a ver com seu motor econômico permitindo grande mobilidade na cidade que é seu maior foco. Com certeza ele concorrerá com o novo carro da Volks, o compacto Up, que seguem a mesma linha.


A única coisa que a montadora italiana deixou a desejar foi não ter criando ainda um motor para o novo Mobi, que contará com o antigo motor 1.0 Fire Evo do Uno. Seu novo motor só deve surgir em 2017, mas isso está mais do que na cara que é jogada da montadora, para todos aqueles que adquiriram o modelo com motor antigo trocam por um novo em 2017, ninguém quer ter carro novo com motor velho com um modelo novo no mercado, tática de montadoras.


O Mobi será equipado em 2017 com um motor mais forte e inovador, (cerca de 80 cv e 10 kgfm em regimes mais baixos) e com sistema start-stop. Se ele vender a metade do que o Uno foi vendido no Brasil, certamente fará muito sucesso por aqui.































quinta-feira, 3 de março de 2016

OS CARROS QUE RECEBERAM NOMES DE PILOTOS FAMOSOS


Grandes carros do passado fizeram seu nome pelo simples fato de terem recebido nomes de pilotos famosos, estouraram em vendas no mercado e são lembrados até hoje porque eram diferenciados dos demais, com traçados ousados e esportivos e eram considerados os top´s de linha no seu segmento.

A ideia das marcas que patrocinavam os pilotos (a maioria deles da F1), era promover seus carros e lançamentos com a assinatura do piloto, garantindo assim a qualidade do automóvel e certamente garantia de sucesso nas vendas; quem não queria ter um carro com um nome de um piloto da F1?

As montadoras acertaram em cheio com esta tática, foi o maior sucesso de vendas até hoje registrados e não era pelo carro em si, mas sim por ter o nome do piloto na tampa do porta malas, jogada de gênio.

Os pilotos faziam comerciais de seus carros e até usavam eles no seu cotidiano. Um deles foi o famoso Monza Classic 500 E.F ou Monza Fittipaldi, como era mais conhecido. O Monza foi testado pelo próprio Emerson e aprovado, o carro foi um dos primeiros a ter injeção eletrônica no Brasil e vinha com níveis de ruídos baixos e outros acessórios que só a linha Fittipaldi oferecia, ele era considerado o sedã de luxo da GM na época.

Monza Fittipaldi

Anos mais tarde, com o sucesso do Monza, a GM tenta novamente lançando dois modelos de carros populares com o nome do famoso piloto da F1 Nelson Piquet. O primeiro foi o Corsa Piquet, que era igual aos demais corsas, só quem com alguns incrementos a mais.

Corsa Piquet

Apesar do nome de piloto da F1 e das rodas do Corsa GSi, o Corsa Piquet era basicamente um modelo Wind/Super com motor 1.0, pintura especial na cor amarela e um emblema estilizado com a tradicional gota do capacete de Piquet. Foram produzidas apenas 120 unidades para a frota da Arisco, que era patrocinadora do piloto brasileiro na época.

Em 2003 mais uma vez a GM lança outra edição especial com o nome do piloto, o Celta Piquet, mas desta vez usou o 1.0 equipado com saias laterais e dianteira, rodas de liga leve de 13 polegadas e a mesma pintura amarela e o logotipo Piquet. O Celta é ainda mais raro: foram apenas 30 unidades feitas para um sorteio da marca de palha de aço Assolan.

Ambos não fizeram tanta fama por serem limitados e muita gente nunca ouviu falar sobre eles, algumas unidades ainda rodam por aí, sorte de quem conseguiu ter o seu.

Celta Piquet

A poucos anos atrás foi a vez da Fiat usar esta tática, lançou o famoso até hoje Stilo Schumacher, criado na época em que o piloto Michael Schumacher foi mais uma vez campeão do mundo na F1. O carro vinha com rodas personalizadas, itens de série exclusivos e podia chegar até a marca de 195km/h, além de ser muito charmoso. Foi o maior registro de vendas deste modelo no Brasil, fez o Fiat Stilo ter uma boa fama e é até hoje um dos carros prediletos de muitos brasileiros.

Stilo Schumacher

Ayrton Senna, o mais famoso piloto brasileiro, também teve o seu carro, ele não vinha com seu nome, mas Senna o usava muito no seu dia-a-dia e acabou ganhando patrocínio da Ford e até fez alguns comerciais para a marca. Era um Escort XR3, Senna sempre era flagrado em seu Escort e o usava para ir ao trabalho, por este motivo o carro também ganhou fama e foi um dos mais vendidos da marca na época.

Senna e seu Escort XR3

Muitos outros carros levaram nomes de pilotos em outras partes do mundo, fizeram sucesso e são lembrados com carinho, mas normalmente estes carros lembravam velocidade e acabavam induzindo as pessoas a ultrapassarem os limites de velocidade, o que poderia gerar graves acidentes, então atualmente as grandes montadoras não investem mais nesta ideia.














PORQUE CARROS UTILITÁRIOS A DIESEL SÃO PROIBIDOS NO BRASIL?


Bem como sabemos o Brasil é o único país em que é proibido por lei carros de pequeno porte a diesel, nossos vizinhos latinos usam a anos carros assim e os argentinos têm cerca de 35% da sua frota a diesel e mais da metade da frota europeia usam gás óleo.

A escolha destes países pelo óleo diesel se deu por causa do alto preço da gasolina lá fora, de € 1,20 a € 1,75 por litro (R$ 4,15 a R$ 6), enquanto o diesel sai, em média € 0,20 mais barato.

Motores a diesel são 30% mais econômicos que motores a gasolina, um carro de passeio a diesel pode chegar a fazer até 30km/l dentro da cidade e um a gasolina bem econômico chega a no máximo 15,5 km/l em percurso urbano.



Os únicos veículos que podem utilizar óleo diesel em nosso país são caminhões, ônibus, picapes com capacidade de carga superior a 1.000 kg e utilitários com tração 4×4 e reduzida (onde se incluem as picapes médias, SUVs e crossovers) podem usar esses motores.

A gasolina e o etanol vêm aumentando seus preços no país todos os anos e a proibição continua firme e forte. Houveram tentativas de derrubar a proibição, mas todas vetadas pelo congresso.

A proibição do uso do diesel no Brasil se deu em 1976, a 39 anos atrás. A portaria nº 346 de 10 de novembro de 1976, decretada pelo governo, utilizou como argumentos o processo de refino favorável à produção de gasolina em vez de diesel; a necessidade de redução da importação de petróleo e derivados; a concentração do uso do diesel para transporte de cargas e transporte coletivo de passageiros — aqui incluem-se os subsídios ao diesel para esta finalidade; e o incentivo a pesquisas de alternativas independentes do petróleo. Isto tudo porque passávamos pela crise do petróleo no Brasil na época.

Antigamente o diesel era sujo e grosso, causava grande poluição do ar e os carros desta época emitiam muitos ruídos contribuindo com a poluição sonora, o que não ocorria em carros a gasolina ou a álcool.

Mas os tempos são outros, motores atuais a diesel passaram por uma evolução e poluem menos do que os a gasolina (dependendo do modelo) e o óleo diesel passou por vários processos de desenvolvimento, onde hoje em dia ele é claro e seco.


Até que o óleo diesel seja liberado para carros de passeio no Brasil, vamos ter que continuar pagando caro pela gasolina/álcool, tentando economizar não só na carteira, mas também em quilômetros rodados, utilizando meios de transportes paralelos, com menos conforto, segurança e eficácia. Deixando de fazer muitas viagens de carro pelo país, onde com certeza contribuiriam para a economia nacional.





























quarta-feira, 2 de março de 2016

COLEÇÃO DE CARROS DE EIKE BATISTA


O ex-bilionário Eike Batista também é muito conhecido pela sua vasta coleção de carros de luxo, sempre teve paixão por carros extravagantes e não media gastos quando o assunto era adquirir mais uma nova máquina para sua coleção.

Alguns carros de sua coleção nem sempre ficavam na garagem do bilionário, que é o caso da Mercedes SLR, avaliado em US$ 1,2 milhão e estacionado em uma das salas de sua mansão. O veículo, que ficou famoso pelo acidente envolvendo o filho de Eike, Thor Batista, foi criado em parceria entre a Mercedes e a McLaren.


Com motor V8 de 620 cv, o modelo atinge 100 km/h em 3,8 segundos, saindo do zero, e pode alcançar 332 km/h.

Eike enfrentou assuntos complicados nos últimos anos, transformou-se alvo constante da mídia devido a suas reviravoltas financeiras e a falência de várias empresas de grande porte que estavam em seu nome. Alguns de seus carros de luxo chegaram até a serem apreendidos pela justiça, com o intuito de irem a leilão para pagar dívidas deixadas por Eike, mas isto não chegou a acontecer e ele pode ter seus carros de volta.

Outro carro que já enfeitou a sala de Eike foi o Lamborghini Aventador, de motor V12 e 700 cv. O modelo atinge 100 km/h em apenas 2,9 segundos e tem velocidade máxima de 350 km/h. O preço estimado do Aventador é de R$ 2,8 milhões.


Para potencializar esta linda coleção, mais outra belezura na garagem do empresário. É o Porsche Cayenne, equipado com motor V8 de 400 cv de potência, o Cayenne é capaz de ir de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos e pode alcançar 258 km/h.


Como todo bom colecionador, não poderia faltar um Aston Martin DBS. Tem um potente motor V12 de 517 cv, acelera de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos e pode atingir a velocidade de 307 km/h. Para comprar este carro foi necessário Eike desembolsar a quantia de R$ 1,3 milhão.


Nem tão fascinante quanto os outros, mas que merece destaque na lista é o Cadillac Escalade, SUV de luxo da montadora General Motors. O exemplar 2015, apresentado ano passado, conta com motor V8 de 420 cv e transmissão automática de 6 marchas.

 No Brasil pode chegar a quantia de $ 500 mil, devido a taxa de importação.



























FERRARI F40


Na minha opinião é a mais linda das clássicas Ferrari´s, com desing inovador totalmente a frente de seu tempo, a Ferrari F40 trouxe um perfil futurístico e uma nova categoria a marca, contava com uma figura ousada e diferente dos antigos modelos criados pela fábrica italiana, começaria ali um novo conceito em Ferrari.


A Ferrari F40 é um carro esportivo coupé duas portas, de tração traseira e motor central-traseiro, projetado com conceitos aerodinâmicos utilizados em carros de competição. Apesar da sua capacidade de atingir grandes velocidades a F40 não foi projetada para corridas, mas sim para fins comerciais.

Ela é considerada a avó do modelo Ferrari Enzo, que era batizada com o nome do fundador da Ferrari. A Ferrari F40 foi a última Ferrari construída com conceito de Enzo Ferrari, que faleceu em 1988.

Enzo Ferrari


A F40 podia chegar aos incríveis 324 km/h, que era uma marca impressionante para a época e chegou a ser eleita o carro mais veloz do mundo a ser produzido em série. 

Contava também com aerofólios na parte traseira que ajudavam o carro a se manter no chão quando em altas velocidades, além de deixar o carro com um clima ousado e atraente bem diferente dos carros fabricados na década de 80.

Sua produção efetiva se iniciou em 1988, terminando de ser fabricada em 1991, sendo produzidas 1.311 unidades no total.

"Se Deus fosse uma máquina, certamente seria uma F40" - Enzo Ferrari


O motor da F40 é uma versão aumentada do motor IHI V8 da 288 GTO, equipado com bi turbo, chegando a 478 cavalos a 7000 rpm. Tendo a F40 três tubos de escape, os tubos laterais liberam a exaustão das bancadas de cilindros, enquanto a saída central libera a exaustão dos gases da wastegates dos turbo compressores.


Sua carroceria recebeu um acabamento totalmente novo, criado por Leonardo Fioravanti, possui painéis da carroceria feitos de fibra de carbono, alumínio e kevlar, dando baixo peso e alta resistência.


A Ferrari F40 era um luxo para poucos, teve importante papel no desenvolvimento da categoria, gerando grandes ideias de desing para a Ferrari e outras marcas como Lamborghini e Mitsubishi que seguem a linha do modelo. Ainda existem colecionadores que tem a sua, principalmente nos EUA e Europa, atualmente seu valor de mercado pode chegar até R$ 700 mil, bom valor para colecionadores e apaixonados pela Ferrari.